Simples Nacional para ecommerce | O melhor regime de tributação para sua loja virtual?

Simples Nacional para e-commerce - imagem de mulher fazerndo compra em loja virtual
Sumário

O “Simples Nacional para ecommerce” surge como uma opção tributária para que está começando oferecendo um caminho simplificado e menos oneroso para os donos de lojas virtuais.

No dinâmico mundo do ecommerce, a escolha acertada do regime tributário é uma peça chave no quebra-cabeça do sucesso empresarial.

Neste cenário competitivo, onde cada detalhe importa, a tributação do ecommerce é um dos fatores que vai aumentar seu lucro.

A Soluzione Negócios Digitais é um escritório contábil com mais de 20 anos de experiência em contabilidade e uma especialização aprofundada no ecommerce no Simples Nacional, ecommerce no Lucro Presumido e ecommerce no Lucro Real.

Com toda essa bagagem, podemos dizer que em muitos casos, o regime do Simples Nacional, pode não ser o melhor caminho para tributar sua loja virtual.

Através deste artigo, vamos clarificar como o Simples Nacional para ecommerce pode ser a melhor opção para otimizar a carga tributária da sua loja virtual se seu faturamento for pequeno, enfatizando a importância do planejamento tributário estratégico.

Vamos juntos explorar o potencial do Simples Nacional, assegurando que sua jornada no ecommerce seja marcada por decisões fiscais inteligentes e rentabilidade ampliada.

Abaixo do vídeo, você já pode falar direto com nossos contadores especializados em ecommerces e já reduzir seus impostos.

O que é e como funciona o Simples Nacional para ecommerce?

O Simples Nacional é um regime tributário simplificado, desenhado especificamente para micro e pequenas empresas brasileiras.

A sua essência é facilitar a vida do empresário ao reduzir a carga tributária e simplificar o processo de pagamento de impostos através de uma guia única, o DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional). Mas, e para o ecommerce? Como isso se aplica?

Para as lojas virtuais, esse regime tributário representa uma oportunidade no início do seu negócio. O regime abrange a maioria dos tributos federais, estaduais e municipais, incluindo IRPJ, CSLL, PIS/Pasep, COFINS, IPI, ICMS, ISS e CPP.

Isso significa que, em vez de se preocupar com múltiplos pagamentos e cálculos complexos, o empresário de ecommerce pode concentrar-se em crescer seu negócio, sabendo que sua tributação está simplificada.

Funciona assim: com base na receita bruta anual da sua loja virtual, você se enquadra em uma das faixas do Simples Nacional, que determinará a alíquota total que deverá ser aplicada.

Cada faixa considera uma alíquota nominal, mas, graças ao cálculo específico do regime, muitas vezes a alíquota efetiva – o percentual real que você pagará sobre sua receita – pode ser menor, devido às deduções permitidas.

O Simples Nacional para ecommerce é especialmente atraente para quem está começando ou para negócios em fase de crescimento, pois oferece não só vantagens fiscais, mas também uma burocracia reduzida.

Isso permite que o empreendedor foque no que realmente importa: vender mais e melhor no universo digital.

Quanto de imposto para um ecommerce no Simples Nacional (com 3 exemplos práticos)

No Simples Nacional, o valor do imposto que um ecommerce deve pagar varia conforme a receita bruta acumulada nos últimos 12 meses.

Este regime tributário é projetado para simplificar a apuração e o pagamento de impostos, oferecendo alíquotas progressivas que crescem com o faturamento do negócio.

Para ilustrar melhor como isso funciona na prática, vamos analisar três exemplos hipotéticos de ecommerces com diferentes faixas de faturamento.

Exemplo 1: Ecommerce com faturamento anual de R$ 150.000

  • Faixa: 1ª
  • Receita bruta em 12 meses: Até R$ 180.000,00
  • Alíquota nominal: 4%
  • Parcela a deduzir: R$0

Cálculo da alíquota efetiva:

Este ecommerce pagaria uma alíquota efetiva de 4% sobre sua receita bruta anual, o que significa R$ 6.000 em impostos pelo Simples Nacional no ano.

Exemplo 2: Ecommerce com faturamento anual de R$ 300.000

  • Faixa: 2ª
  • Receita bruta em 12 meses: De R$ 180.000,01 a R$ 360.000,00
  • Alíquota nominal: 7,3%
  • Parcela a deduzir: R$ 5.940

Cálculo da alíquota efetiva:

Neste caso, a loja virtual pagaria uma alíquota efetiva aproximada de 6,67%, resultando em R$20.010 em impostos pelo Simples Nacional no ano.

Exemplo 3: Ecommerce com faturamento anual de R$ 1.000.000

  • Faixa: 4ª
  • Receita bruta em 12 meses: De R$ 720.000,01 a R$ 1.800.000,00
  • Alíquota nominal: 10,7%
  • Parcela a deduzir: R$ 22.500

Cálculo da alíquota efetiva:

Para um faturamento de R$ 1.000.000, o imposto seria de aproximadamente R$ 102.500, com uma alíquota efetiva de 10,25% no ano.

Estes exemplos demonstram como o Simples Nacional calcula os impostos de maneira progressiva, baseada no faturamento.

Isso permite que pequenos e médios ecommerces se beneficiem de alíquotas menores, enquanto empresas com maior faturamento pagam percentuais mais altos, mas ainda com a conveniência e simplicidade do regime simplificado.

Qual o limite do Simples Nacional para loja virtual?

O limite de faturamento para enquadramento no Simples Nacional é um ponto crucial para qualquer ecommerce que deseja aproveitar os benefícios deste regime tributário. Atualmente, esse limite é definido em R$ 4,8 milhões por ano para a maioria dos estados brasileiros.

Isso significa que lojas virtuais com receita bruta anual de até R$ 4,8 milhões podem se beneficiar das alíquotas reduzidas e do processo simplificado de pagamento de impostos oferecidos pelo Simples Nacional.

É importante destacar que, para ecommerces que operam em múltiplos estados, o limite de R$ 3,6 milhões aplica-se à soma do faturamento em todos eles, caso algum dos estados onde a empresa opera tenha adotado esse limite por legislação estadual.

Essa diferença surge devido à partilha do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) entre os estados.

Além disso, ultrapassar o sub limite de receita de R$ 3,6 M não significa necessariamente uma exclusão imediata do Simples Nacional.

Empresas que superam esse teto durante o ano-calendário têm até o mês de janeiro do ano seguinte para regularizar sua situação, seja retornando ao faturamento dentro dos limites permitidos ou migrando para outro regime tributário, como o Lucro Presumido ou o Lucro Real.

O monitoramento da receita bruta é essencial para evitar surpresas no final do ano. A assessoria de uma contabilidade especializada em lojas virtuais, especialmente um com mais de 20 anos de experiência em contabilidade para ecommerce, como oferecido pela Soluzione Negócios Digitais, pode ser um diferencial.

Esse profissional não só ajuda a manter o controle fiscal do seu negócio, mas também orienta sobre as melhores práticas e estratégias para otimização tributária, assegurando que sua empresa permaneça dentro dos limites do Simples Nacional ou faça uma transição suave para outro regime, se necessário.

Temos também, uma contabilidade para empresas do regime do simples. A Soluzione Negócios Digitais, tem como maior propósito ajudar sua empresa crescer.

Vem com a Soluzione que será sucesso.

Planejamento Tributário para Ecommerce

O planejamento tributário é uma etapa fundamental para qualquer ecommerce, independentemente do tamanho ou do segmento de atuação.

Esse processo envolve a análise cuidadosa das operações da empresa para identificar a estrutura tributária mais eficiente, possibilitando uma economia significativa de impostos de forma legal.

Vamos explorar os regimes tributários disponíveis  para o mercado digital além do Simples Nacional – Lucro Presumido e Lucro Real – e apresentar um exemplo prático para ilustrar como o planejamento tributário pode impactar seu ecommerce.

Regimes Tributários para Ecommerce:

  • Simples Nacional: Como já discutido, é caracterizado por sua simplicidade e alíquotas progressivas favoráveis a pequenas e médias empresas.
    Ideal para ecommerces com receita bruta anual de até R$ 4,8 milhões.
  • Lucro Presumido: É uma opção para empresas que ultrapassam o limite do Simples Nacional ou que preferem este regime por questões estratégicas. Nós produzimos um conteúdo sobre o lucro presumido para ecommerce.
    Baseia-se na presunção do lucro da empresa, aplicando alíquotas fixas sobre uma parcela da receita.
    Indicado para ecommerces com margens de lucro altas e despesas controladas.
  • Lucro Real: O regime tributário do Lucro Real para ecommerce é recomendado para empresas com receitas elevadas ou que possuem muitas despesas dedutíveis.
    Neste regime, os impostos são calculados sobre o lucro líquido real da empresa, exigindo uma contabilidade mais rigorosa e detalhada.

Este exemplo simplificado demonstra a importância do planejamento tributário. A escolha do regime tributário pode variar significativamente a carga tributária de um ecommerce.

Contar com a assessoria de um contador experiente, como os profissionais com mais de 20 anos de experiência da Soluzione Negócios Digitais, é crucial para navegar por essas decisões complexas, garantindo que seu ecommerce opere de maneira otimizada do ponto de vista fiscal.

Como abrir uma empresa para ecommerce no Simples Nacional?

Agora que você entendeu como funciona o Simples Nacional para ecommerce e já decidiu que esse é o melhor regime tributário para a sua loja virtual, é hora de entender como legalizar seu comércio eletrônico.

Para abrir uma empresa para ecommerce no Simples Nacional, é simples, e precisa seguir um passo a passo simples, que consiste em:

1º Passo: contratar um contador especializado no seu segmento;

2º Passo: definir o endereço comercial ou sede virtual e fazer a consulta de viabilidade;

3º Passo: criar um nome empresarial e de preferência registrar no INPI;

4º Passo: separar a documentação para abrir CNPJ;

5º Passo: elaboração de um contrato social;

6º Passo: adquirir um certificado digital e-CPF;

7º Passo: registrar o contrato social na Junta Comercial;

8º Passo: cadastrar o CNPJ na Receita Federal;

9º Passo: fazer a Inscrição Estadual na Secretaria da Fazenda, se comércio;

10º Passo: tirar a Inscrição Municipal, alvará e licença de funcionamento na Prefeitura.

Pronto. Sua empresa estará apta para atuar e emitir as notas fiscais.

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